27/11
- Minas tem 7 cidades com risco de epidemia
de dengue
Fracassos
nas ações de combate aos
focos do Aedes aegypti deixam cidades
mineiras em alerta para risco de epidemia
em 2009. Sete municípios mineiros
que apresentam alta infestação
de larvas do mosquito vivem uma situação
de perigo e somam problemas para serem
resolvidos. Número insuficiente
de agentes de zoonoses, recusa da população
em receber os profissionais para vistorias,
embates políticos e administrativos
que resultaram no desmantelamento de
equipes de combate a dengue. Para evitar
que a população seja punida
com a ocorrência de novos surtos,
é agora de intensificar as ações
e correr atrás do tempo perdido.
Das
24 cidades pesquisadas em Minas, as
que apresentaram os maiores níveis
de infestação do Aedes
(1% a 3,9% dos imóveis com a
presença da larva do vetor) foram:
Ribeirão das Neves, Vespasiano,
Sete Lagoas, Coronel Fabriciano, Governador
Valadares, Ipatinga, e Timóteo.
O
número de casos de dengue segue
um ritmo crescente, saindo de 20,2 mil
em 2005 para 76,2 mil doentes, neste
ano. Sete pessoas morreram em Minas,
sendo quatro no interior e três
na capital. Em Belo Horizonte, são
21, 1 notificações, com
12,6 da forma clássica, 45 com
complicações e 13 tiveram
a forma hemorrágica.
O
último Índice de Infestação
por Aedes aegypti (LIRAa) feito em Minas
demonstrou que Timóteo é
a cidade com maior risco em relação
a dengue: 3,3% dos imóveis abrigam
larvas do mosquito. No ano passado,
o Liraa era de 0,7% é atendia
os parâmetros da Organização
Mundial de Saúde (OMS) que determina
que a infestação do mosquito
deve ser menor do que 1%.
Fonte:
Estaminas
27/11
- Mundo pede a consumidor que compre
mais
Há
alguns meses, quando o tema da camada
de petróleo pré-sal estava
no clímax e a crise financeira
internacional era apenas um rodapé
de página, o Wall Street Journal,
um dos mais influentes jornais americanos,
publicou matéria cujo título,
“Perfurem, perfurem, perfurem”,
ganhou o status de solução
para os problemas de energia dos Estados
Unidos. Ou seja: a saída para
os EUA, segundo o jornal, seria perfurar
a plataforma marítima americana
para descobrir petróleo. Hoje,
quando o pré-sal é um
rodapé de página e a crise
econômica mundial está
no auge, os governos das principais
economias do mundo, inclusive o do Brasil,
estão pedindo a seus habitantes
que consumam, consumam, consumam. Essa
espécie de mantra significa que,
para os principais líderes mundiais,
o único meio de combater a crise,
depois do resgate financeiro dos bancos,
é manter o consumo em alta e
a economia aquecida, evitando a recessão.
Nos
últimos dias, o governo dos EUA,
de vários países da Europa,
da China e do Brasil anunciaram uma
série de medidas cujo único
objetivo é estimular o consumo.
Na terça-feira, os EUA anunciou
um megapacote de US$ 800 bilhões
para resgatar hipotecas podres e empréstimos
para veículos e outros produtos.
Na quarta-feira, a Comissão Européia
pediu aos 27 países-membros do
bloco que destinem US$ 260 bilhões,
equivalentes a 1,5% do Produto Interno
Bruto (PIB) da UE, para superar a crise.
Segundo a CE, a maior parte do dinheiro
deverá ser usada para reativar
a demanda e recuperar a confiança
dos consumidores. O Banco do Povo da
China anunciou um corte de 1,08 ponto
percentual em sua taxa básica
de juros e redução do
depósito compulsório para
aumentar a liquidez no sistema e promover
o consumo.
Confiança
Em
dezembro, será a vez do Brasil.
O governo informou que prepara uma campanha
de incentivo ao consumo, cujo slogan
será “O mundo aprendeu
a confiar no Brasil e o Brasil confia
nos brasileiros”. A idéia
é mostrar que a crise não
pode inibir os consumidores de irem
às compras. O presidente do Banco
Central (BC), Henrique Meirelles, admitiu
na quarta-feira, no Senado, que o governo
está preocupado com o consumo,
principalmente com a situação
das montadoras.
“Há
muita preocupação nossa
com a produção de veículos
no Brasil. O que atingiu o mercado foi
a oferta de crédito e isso está
sendo regularizado. Mas o que está
acontecendo no momento é que
há uma preocupação
muito grande do consumidor em assumir
dívidas”, afirmou. Segundo
dados do BC, no mês passado houve
redução de 39,9% nas operações
de crédito para veículos,
13,7% no crédito pessoal e 7,9%
na aquisição de bens.
O governo já anunciou a liberação
de R$ 4 bilhões para financiamento
de automóveis e injetou R$ 91
bilhões na economia via depósito
compulsório. O ministro da Fazenda,
Guido Mantega, disse que o governo está
pronto para tomar novas medidas de estimulo
ao consumo.
O
economistas divergem. “Se todos
os problemas se resumissem ao suprimento
de liquidez , bastaria um curso único
de hidráulica na faculdade de
economia, com uma torneira com água
e um mico treinado em abrir e fechar”,
diz Paulo Rabello de Castro, sócio
da SR Rating e autor do livro “A
Grande Bolha de Wall Street”.
Castro, contudo, faz questão
de lembrar que, de fato, a situação
nos EUA é bem mais grave. “Todo
americano tem a percepção
de que seu fundo de pensão foi
parcial ou totalmente para o brejo.
E o sentimento é agravado pela
noção de que a torneira
fiscal de hoje é o imposto de
amanhã, e que ele, contribuinte,
tem que poupar para enfrentar o imposto,
anulando o convite ao gasto”,
compara.
“Mas
mesmo aqui no Brasil o consumidor já
entrou em atitude defensiva e as medidas
de estímulo ao consumo são
necessárias. Não dá
para ver o consumidor ir para a retranca
e não fazer nada”, garante
Fernando Sampaio, sócio-diretor
da LCA Consultoria. OK, mas o se consumidor
perder o emprego? “Acho que a
maior parte dos estímulos para
a economia terá que vir mesmo
dos cofres do governo”, completa
o economista Flávio Barbosa,
da PUC Minas. Pesquisas feitas pelo
comércio mineiro mostram que
o consumidor ainda não se retraiu
com a crise, mas que o Natal deverá
ser dos presentes de preços mais
baixos. A menos que o presidente Luiz
Inácio Lula da Silva e sua campanha
de consumo consiga convencer o consumidor
de que a crise lá fora é
só uma marola aqui dentro. (Com
agências)
Fonte:
Estaminas
25/11
- Internet contribui para desenvolvimento
de jovens, diz estudo
Um
projeto que ouviu mais de 800 adolescentes
nos Estados Unidos concluiu que navegar
pela internet, jogar online ou participar
de sites de relacionamento é
importante para o desenvolvimento. O
relatório contrasta com a opinião
de muitos pais e professores de que
esses tipos de atividades online são
uma perda de tempo.
O
projeto de pesquisa do uso do tempo
online pelos adolescentes durou três
anos. "Eles estão adquirindo
habilidades tecnológicas e conhecimentos
necessários no mundo contemporâneo",
afirmou a autora do relatório,
Mimi Ito, pesquisadora do Departamento
de Informática na Universidade
Irvine, da Califórnia.
"Todas
estas coisas que eram vistas como sofisticadas
dez anos atrás, jovens de hoje
encaram normalmente", disse a pesquisadora
à BBC.
5
mil horas
O estudo, chamado Projeto Juventude
Digital e patrocinado pela Fundação
MacArthur, é parte de um programa
de US$ 50 milhões sobre mídia
digital e aprendizado. No período
do estudo, os pesquisadores observaram
os usuários por mais de 5 mil
horas.
Para
Mimi Ito, o contato online com amigos
por meio de sites de relacionamento
como MySpace, Facebook e Orkut é
como os adolescentes "ficam juntos"
atualmente, em comparação
com locais públicos como shoppings,
ruas e parques.
A
pesquisadora também afirma que
a internet dá a um grupo de adolescentes
a oportunidade de explorar sua própria
criatividade e "mergulhar profundamente
em um assunto".
"Em
um dos casos que estudei, a respeito
de fãs de animação
japonesa, alguns adolescentes se envolveram
em grupos de produção
de vídeo ou grupos de discussão
online", conta a pesquisadora.
"Eles escolhiam coisas como a linguagem
japonesa ou algum conhecimento a respeito
de vídeo, decodificação
ou edição", acrescenta
Ito.
Mas
os pesquisadores também descobriram
que existe uma grande divisão
digital entre aqueles que têm
acesso à internet e os que não
têm. "A qualidade do acesso
é o que importa para alguns adolescentes
que podem contar apenas com a biblioteca
da escola para navegar pela internet",
diz Ito. "Freqüentemente é
limitada, tem bloqueadores de acesso
a alguns sites e só está
disponível quando estas instituições
estão abertas."
Pais
e professores
Connie Yowell, diretora do setor de
educação da Fundação
MacArthur, afirma que a pesquisa cria
uma nova forma de analisar como os jovens
estão sendo ensinados. "O
aprendizado hoje está se tornando
cada vez mais baseado em parceria e
redes de comunicação,
e é importante levar isso em
conta para começarmos a recriar
a educação no século
21", afirmou.
A
pesquisadora Mimi Ito também
alerta que pais e professores precisam
ficar mais atentos ao que os adolescentes
fazem quando estão online porque
as rápidas mudanças nestes
ambientes significam que os perigos
são variados.
"A
maioria dos pais sabe pouco sobre o
que os filhos estão fazendo online,
mas eles tentam dar ajuda e orientação",
afirma.
"Jovens
não querem seus pais ou professores
em suas páginas do MySpace ou
Facebook, mas existe um papel mais produtivo
para pais e professores que vai ajudá-los
a se conectar com seus filhos e suas
vidas", acrescenta.
Fonte:
Estaminas
25/11
- Mercedes e Arcelor
dão férias coletivas em
Minas
Os
trabalhadores da fábrica da marca
Mercedes-Benz em Juiz de Fora, na Zona
da Mata mineira, entram em férias
coletivas em 8 de dezembro, com a paralisação
da produção decidida pela
alemã Daimler para adequar os
estoques aos efeitos da crise financeira
mundial. Conforme o setor, os empregados
serão dispensados por período
que vai de 21 a 28 dias, retornando
em 5 ou 12 de janeiro. A montadora não
informou o número de funcionários
que ficarão de braços
cruzados e nem o volume de veículos
que deixará de produzir. Já
o ArcelorMittal, maior conglomerado
siderúrgico do mundo, concederá
férias coletivas, a partir de
10 de dezembro, na sua usina de Juiz
de Fora para 715 dos seus 1,1 mil metalúrgicos,
ou seja, 65% do efetivo. A medida também
é atribuída à turbulência
na economia.
Na
siderúrgica do grupo em João
Monlevade, região Central do
estado, 300 operários ficarão
de férias a partir desta terça-feira.
De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos
de Juiz de Fora, os 1,1 mil trabalhadores
da montadora alemã no município
serão dispensados de forma escalonada
até o início de janeiro.
Toda a produção do CLC
deste ano foi destinada ao exterior
e pode ter chegado a 28 mil veículos.
Segundo Geraldo Werneck, presidente
da entidade, a maior preocupação
é com o corte de empregos nas
indústrias da cidade, como o
já anunciado na unidade da Votorantim
Metais e atribuído ao desaquecimento
das vendas da matéria-prima no
exterior.
Na
usina do ArcelorMittal, o alto-forno,
a aciaria e a área de laminação
serão paralisados durante o período
das férias escalonadas que varia
de 17 a 23 dias, até 2 de janeiro,
dependendo do turno de produção
e da área da fábrica.
A empresa informou, por meio de sua
assessoria de imprensa, que tendo em
vista o desaquecimento do consumo de
aço, antecipou para este mês
a produção programada
para dezembro. A procura no mês
que vem poderá ser, então,
suprida por estoques já formados.
A
mesma decisão foi adotada na
usina do grupo em João Monlevade,
onde 180 trabalhadores do laminador
nº 2 entram, nesta terça-feira,
em férias coletivas de 15 dias.
Assim que eles voltarem ao trabalho,
sai outro grupo de 120 trabalhadores
de um segundo laminador que será
paralisado por idêntico período.
Em outubro passado, o ArcelorMittal
anunciou que interromperia o funcionamento
de altos-fornos em 12 unidades na Europa.
A
crise financeira tem mostrado efeitos
em toda a cadeia de produção
mínero-metalúrgica, desde
a exploração do minério
de ferro. As vendas da matéria-prima
no mercado brasileiro caíram
32,7% em outubro, somando 3,405 milhões
de toneladas, frente ao volume de 5,062
milhões de toneladas no mesmo
mês de 2007, de acordo com relatório
divulgado, segunda-feira, pelo Sindicato
Nacional da Indústria da Extração
do Ferro e Metais Básicos (Sinferbase).
A diferença a menor foi de 1,657
milhão de toneladas. No acumulado
dos 10 meses analisados, a redução
é menor, embora ainda acentuada,
de 9,1%, com a comercialização
de 48,692 milhões de toneladas
em 2008. A estatística das exportações,
por sua vez, não revela, por
enquanto o efeito do desaquecimento
econômico. O setor exportou 241,705
milhões de toneladas de janeiro
a outubro, representando aumento de
23,3% na comparação com
2007. Os valores não foram informados.
Fonte:
Estaminas
24/11
- Crise pode ter fim em 18 meses, estima
Apec
Os líderes da Apec (Cooperação
Econômica Ásia-Pacífico),
grupo de 21 países que conta
com EUA, Japão e China, disseram
no domingo que a crise global poderá
ser superada em 18 meses. Reunidos em
Lima (Peru), eles, porém, não
deram detalhes de como isso será
alcançado.
"Nós
já tomamos medidas extraordinárias
e urgentes para estabilizar nossos setores
financeiros e reforçar nosso
crescimento econômico", disse
o bloco em nota.
Mas
mesmo entre alguns dos líderes
que participaram do encontro no Peru
há dúvidas de que a crise
global possa ser vencida já em
meados de 2010. Para o presidente mexicano,
Felipe Calderón, o prazo é
mais uma estimativa do que uma previsão.
E o primeiro-ministro canadense, Stephen
Harper, foi mais além. "Eu
acho que seria especulação
se comprometer com esse tipo de prazo."
Os líderes reafirmaram o compromisso
contra novas barreiras para investimentos
e comércio exterior, em um momento
em que "o risco de menor crescimento
mundial pode levar a pedidos de medidas
protecionistas".
Fonte:
Estaminas
24/11
- Bancos estão no centro da crise
financeira global
Com seus investimentos - e perdas -
em ativos ligados a hipotecas de alto
risco (conhecidas como "subprime"),
os bancos, especialmente os americanos,
estão no centro da crise financeira
global e vários já caíram
desde o início da turbulência.
O
pedido de concordata, em 15 de setembro,
do Lehman Brothers (que era o quarto
maior banco de investimento dos EUA)
foi o principal fator que desencadeou
o recrudescimento da crise. Desde então,
o Dow Jones, o principal índice
da Bolsa de Nova York, já se
desvalorizou em quase 29,55 % -no ano,
a queda é de 39,34%.
O
pedido também gerou uma série
de negócios no setor, além
da ajuda de governos de boa parte do
mundo. Com a iminência da quebra
do Lehman Brothers, o rival Merrill
Lynch foi vendido ao Bank of America
-que, meses antes, adquiriu a Countrywide
Financial. O JPMorgan Chase, que no
início do ano levou o Bear Stearns,
comprou em setembro o Washington Mutual.
E o Citigroup perdeu uma disputa com
o Wells Fargo pelo Wachovia (que era
o quarto maior banco dos EUA em valor
de ativos).
Nos
EUA, a crise também fez governo
e Congresso aprovarem um pacote de US$
700 bilhões de ajuda às
instituições financeiras.
Na
Europa, o Reino Unido teve que injetar
capital em alguns de seus principais
bancos, como o Royal Bank of Scotland.
Países como Alemanha, Holanda
e Bélgica também tiveram
que socorrer instituições
financeiras, entre elas o ING e o Fortis.
Os maiores bancos da Islândia
tiveram ajuda do governo, e o país
caminha para uma profunda recessão.
Fonte:
Estaminas
18/11
- Petróleo fecha em queda e perdas
chegam a 62% desde recorde
O
preço do petróleo cru
recuou 3,7% nesta segunda-feira, até
US$ 55 por barril, seu menor nível
em 22 meses, entre expectativas de uma
redução da demanda pela
matéria-prima e após ser
divulgado que o Japão entrou
oficialmente em recessão.
Os
contratos de futuros do petróleo
cru com vencimento em dezembro fecharam
em baixa de US$ 2,09 na Nymex (Bolsa
Mercantil de Nova York, na sigla em
inglês), até US$ 54,95
por barril (159 litros).
O
petróleo do Texas já está
US$ 92,32 mais barato (62,68%) que em
11 de julho, quando alcançou
um preço recorde de US$ 147,27
por barril.
O
preço dos contratos de gasolina
para entrega em dezembro caiu US$ 0,04
o galão (3,78 litros), até
US$ 1,17, enquanto o do combustível
para calefação diminuiu
US$ 0,04, até US$ 1,79 por galão.
Por
outro lado, o gás natural para
entrega em dezembro terminou o pregão
a US$ 6,53 por mil pés cúbicos,
US$ 0,22 mais caro que no fechamento
de sexta-feira.
O
petróleo cru fechou nesta segunda-feira
em pelo segundo dia consecutivo em baixa,
depois que a Opep (Organização
dos Países Exportadores de Petróleo)
reduziu, pela sexta vez seguida, sua
previsão sobre o crescimento
da demanda mundial de petróleo
em 2008 e 2009 --devido ao efeito da
crise financeira e econômica e
o situou em 0,33% e 0,57%, respectivamente.
Em
Londres, o barril de petróleo
Brent, de referência na Europa,
recuou nesta segunda-feira 3,55% na
ICE Futures (Bolsa Intercontinental
de Futuros de Londres, na sigla em inglês),
também afetado pelos temores
de uma queda da demanda.
Assim,
o barril de petróleo Brent para
entrega em janeiro fechou nesta segunda-feira
a US$ 52,31, uma queda de US$ 2,14 em
relação ao fechamento
da jornada anterior.
O
pregão londrino recebeu com nervosismo
as notícias de que o Japão
entrou oficialmente em recessão
e que a demanda de energia desceu na
China.
A
economia do Japão teve uma contração
de 0,1% no terceiro trimestre, depois
de, um trimestre antes, o PIB (Produto
Interno Bruto) do país já
ter registrado contração
de 0,9% (segundo dados oficiais revisados).
Com isso, o país entrou em recessão
(definida como dois trimestres seguidos
de contração na economia).
Os EUA, que tiveram uma contração
econômica de 0,3% no terceiro
trimestre, devem registrar um novo resultado
negativo no trimestre em curso, com
isso também caindo em recessão.
Na
semana passada, a Eurostat (a agência
européia de estatísticas)
já havia anunciado dados que
mostram que a zona do euro entrou em
recessão: o PIB da região
teve uma contração de
0,2% no terceiro trimestre do ano, na
comparação com o segundo
trimestre --quando também houve
contração de 0,2% na comparação
com o período imediatamente anterior.
Fonte:
Estaminas
18/11
- Diretor-executivo do
Yahoo! apresenta demissão
Jerry
Yang, co-fundador do portal de internet
Yahoo!, se demitiu do cargo de diretor-executivo
da empresa, segundo um comunicado divulgado
nesta segunda-feira. Ele, no entanto,
vai participar do processo de escolha
de seu sucessor.
A
saída de Yang é seguida
de várias críticas ao
modo como ele administrava a empresa,
que viu suas ações caírem
para cerca US$ 10 nos últimos
meses. No início do ano, ele
recusou uma oferta de compra do Yahoo!
pela Microsoft, que ofereceu US$ 47,5
bilhões, o equivalente a US$
33 por ação, pela companhia.
Em
um e-mail endereçado aos funcionários
da empresa, Yang afirmou que participará
do processo de seleção
de seu successor.
“Eu
sempre farei o que for certo para esta
grande companhia”, afirmou ele
na mensagem. No e-mail, Yang ainda afirmou
que seu sangue “é roxo”,
em uma referência à cor
predominante no logotipo da empresa.
Seleção
A
BBC apurou que Yang tomou a decisão
de deixar o cargo de CEO da empresa
no mês passado. Até agora
não foram apontados nomes daqueles
que podem sucedê-lo.
A
empresa, que tem sede no Estado norte-americano
da Califórnia, afirmou estar
fazendo entrevistas com candidatos dentro
e fora do Yahoo!. A seleção
está sendo comandada pelo presidente
da companhia, Roy Bostock.
“Jerry
e o conselho da empresa tiveram um diálogo
permanente sobre os passos de sua sucessão
e nós concordamos que agora é
a hora certa para fazer a transição
para um novo diretor-executivo”,
disse Bostock.
No
início deste mês, durante
o encontro da Web 2.0 na cidade de São
Francisco, Yang surpreendeu a indústria
de tecnologia ao afirmar em uma conferência
que a Microsoft ainda deveria comprar
o Yahoo!.
“Não
acho que seja uma má idéia,
que seja pelo preço certo, qualquer
que seja ele. Nós queremos vender
a empresa”, disse ele na ocasião.
A
declaração foi dada horas
depois de o Google ter anunciado sua
desistência da parceria de publicidade
com a empresa. As ações
do Yahoo! fecharam esta segunda-feira
a US$ 10,63, fazendo com que a companhia
possa ser avaliada como um todo por
US$ 14,7 bilhões.
Fonte:
Estaminas
17/11
- Iphan quer transformar
Estrada Real em patrimônio da
humanidade
Do
Brasil para o mundo, com escalas na
história, gastronomia, arquitetura,
festas populares e belezas naturais.
A Estrada Real (ER) caminha a passos
largos para se tornar patrimônio
da humanidade sob a chancela da Organização
das Nações Unidas para
a Educação, Ciência
e Cultura (Unesco). A iniciativa de
pedir o título na categoria Itinerário
cultural partiu do Instituto do Patrimônio
Histórico e Artístico
Nacional (Iphan), que terá um
grupo de trabalho para fazer estudos
e o dossiê sobre a rota que ligava,
desde o século 17, Diamantina
e Ouro Preto ao Rio de Janeiro e Paraty
(RJ), para escoamento de ouro e diamantes
em direção a Portugal.
A intenção do Iphan, diz
o superintendente regional em Minas,
Leonardo Barreto de Oliveira, é
apresentar toda a documentação
dentro de um ano.
Confiante
no potencial da ER para ganhar reconhecimento
internacional, Leonardo tem em mãos
um primeiro levantamento sobre o trajeto
de 1.632 quilômetros, que passa
por 198 municípios de três
estados, sendo 168 em Minas Gerais,
22 em São Paulo e 8 no Rio de
Janeiro. Nesse roteiro, há 50
quilômetros de trechos calçados
de pedras, remanescentes do período
colonial, além de cidades e monumentos
reconhecidos pela Unesco, como Ouro
Preto, Diamantina e o Santuário
de Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas,
e outros tombados pelo Iphan. Se obtiver
o título, a ER estará
no patamar de outros tesouros da Terra,
entre eles o Caminho de Santiago de
Compostela, na Espanha, e a Rota do
Incenso e das Especiarias, no Oriente
Médio.
Há
alguns fatores que poderão favorecer
o sucesso da empreitada, entre eles
a maior visibilidade internacional conquistada
pelo Iphan. Desde o ano passado, o Brasil
ocupa uma cadeira no Comitê do
Patrimônio Mundial da Unesco,
órgão que delibera sobre
o reconhecimento dos bens, fazendo com
que o país atue como um dos porta-vozes
da América Latina. Outro ponto
positivo está na criação
do Centro de Formação
e Lista Indicativa, no Rio de Janeiro,
descentralizando as ações,
que eram sempre avaliadas em Paris,
França. Assim, explica Leonardo,
o escritório do Rio, instalado
no Palácio Gustavo Capanema,
cuida dos assuntos da América
Latina e África, enquanto o de
Hong Kong, na China, fica com os da
Ásia, e o de Bahrein com as questões
relacionadas ao Oriente Médio.
Mapas
antigos
Nos
dois últimos anos, uma equipe
multidisciplinar, formada por historiadores,
geógrafos e outros profissionais,
sob o comando do jornalista Américo
Antunes, fez uma pesquisa profunda sobre
a ER, que foi entregue ao Instituto
Estrada Real/Federação
das Indústrias do Estado de Minas
Gerais (IER/Fiemg) e ao Iphan. Nos mapas
de divulgação, a estrada
tem o desenho de um Y invertido e se
compõe de três trechos
e uma variante: no eixo principal estão
os caminhos Velho (liga Paraty a Ouro
Preto), Novo (Rio de Janeiro a Ouro
Preto) e dos Diamantes (de Ouro Preto
a Diamantina), e a variante de Sabarabuçu
(do distrito de Glaura, em Ouro Preto,
a Barão de Cocais). “O
nosso objetivo foi identificar os elementos
que caracterizam a rota cultural da
estrada e seu patrimônio natural.
Para tanto, nos fixamos nos mapas feitos
pelo engenheiro português José
Joaquim da Rocha, que veio para o Brasil
em 1760 e morou em Ouro Preto. No século
18, os mapas da região das minas
eram guardados a sete chaves e proibidos,
pela corte portuguesa, de serem consultados”,
explica Antunes.
Na
comparação entre antigos
mapas – “para analisar,
cartograficamente, como era a ER”
– e a base geográfica atual,
do Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística (IBGE), a equipe
viu poucas diferenças, com variações
médias em torno de 500 metros.
O traçado que se vê, agora,
portanto, é autêntico,
guardando trechos de pedras no distrito
de Serra do Cipó (ex-Cardeal
Mota), em Santana do Riacho, a 100 quilômetros
de Belo Horizonte; no Caminho dos Escravos,
em Diamantina, antigo acesso para as
minas de Mendanha; na comunidade de
Vau, entre Diamantina e Serro, no Vale
do Jequitinhonha; e no Caminho do Ouro,
em Paraty, na Serra da Bocaina. A trilha
de pedras da Serra do Cipó causa
impacto por manter intacto o sistema
construtivo, com drenos e canaletas.
Além de tudo, na parte mais alta
tem-se uma visão estonteante
da paisagem, com a vegetação
do parque nacional e dos rios cristalinos.
“Os
50 quilômetros, não lineares,
de trechos calçados da ER resistiram
exatamente por estar na subida de morros
ou no alto das serras. Do contrário,
a expansão agropecuária
já teria acabado com eles”,
analisa Antunes, lembrando que os trechos
foram pavimentados para que fosse possível
fazer a travessia, com as tropas de
burros, nos períodos chuvosos.
Na pesquisa, a equipe destacou ainda
as pontes de pedra de cantaria do Caminho
Novo, entre Ouro Preto e Ouro Branco,
por onde transitaram Antonio Francisco
Lisboa, o Aleijadinho (1730-1814), Joaquim
José da Silva Xavier, o Tiradentes
(1746-1792) e os imperadores Pedro I
(1798-1834) e Pedro II (1825-1891);
os sítios tombados; e as unidades
de conservação ambiental
sob proteção. Cada monumento
é acompanhado de uma ficha específica
com as suas características.
O
diretor geral do IER/Fiemg, Baques Wladimir
Carvalho Sanna, aguarda com “expectativa
e muito trabalho” a futura indicação,
certo de que as chances são boas:
“Já temos o pré-dossiê
e vamos fazer mais ainda para enriquecê-lo
com informações atualizadas
e dados históricos, a fim de
pavimentar esse caminho da ER até
a Unesco”. Criado há nove
anos, o programa turístico Estrada
Real tem gestão compartilhada
entre o IER/Fiemg e o governo estadual,
via Secretaria de Turismo.
Fonte:
Estaminas
17/11
- FMI pede mais
fundos para ajudar países contra
crise
O diretor-gerente do Fundo Monetário
Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn,
disse que a instituição
precisará de pelo menos mais
US$ 100 bilhões para aumentar
sua participação na ajuda
os países afetados pela crise
financeira internacional.
Em
entrevista à BBC, Strauss-Kahn
disse que o fundo tem liquidez suficiente
para o futuro imediato, mas precisará
de mais recursos ao longo dos próximos
seis meses. “O número de
países com problemas ao mesmo
tempo aumentou dramaticamente e eles
estão vindo até o FMI
para pedir ajuda”, afirmou. “Então
nós precisamos de mais recursos”.
“A questão é conseguir
lidar com o problema nos próximos
seis meses, e eu acredito que todos
os chefes de governo estão conscientes
da necessidade de um FMI mais forte”,
alertou.
Corte
de juros
A
declaração do diretor
do FMI foi feita em meio à notícia
de que a economia japonesa entrou oficialmente
em recessão, tendo registrado
crescimento negativo de 0,1% no terceiro
trimestre. No trimestre anterior, a
economia do país asiático
já havia retraído 0,9%.
Na
sexta-feira, véspera da reunião
dos chefes de Estado do G20 em Washington,
o Japão havia oferecido ao fundo
US$ 100 bilhões para ajudar a
abater os efeitos da crise em vários
países.
Strauss-Kahn
descreveu a oferta do primeiro-ministro
japonês, Taro Aso, como um “grande
passo adiante”.
O comunicado divulgado após a
reunião do bloco, que reúne
as maiores economias do mundo e os países
emergentes, ressaltou o “importantes
papel do FMI na resposta à crise”,
parabenizou seu novo mecanismo de prover
liquidez em curto prazo e pediu uma
revisão de seus instrumentos
e condições para ser mais
flexível na concessão
de empréstimos.
Para
o analista da BBC Andrew Walker, os
comentários de Strauss Kahn não
são um apelo explícito
por ação, mas sugerem
que ele ficaria “feliz”
se instituições como o
Banco Central Europeu reduzissem mais
suas taxas de juros.
Críticos
dizem que o BCE tem hesitado em reduzir
as taxas em contraste com outras instituições,
como o Federal reserve (o banco central
americano).
Fonte:
Estaminas
14/11
- Retração
da oferta de emprego no país
preocupa, diz Lula
O
presidente Luiz Inácio Lula da
Silva demonstrou nesta quinta-feira
(13) preocupação com a
retração da oferta de
emprego no país, por causa da
crise financeira internacional.
"O
que me preocupa e o que já aconteceu
comigo, é que muitas vezes você
quer comprar ou trocar de carro e ouve
por aí que vai ter um problema,
e acaba não comprando. Na hora
que você não compra um
carro, é menos um carro produzido,
e pode ser um posto de trabalho que
você perde", afirmou Lula,
em Roma, pouco antes de embarcar para
Washington, onde participará
da reunião do G20 (grupo formados
por grandes economias desenvolvidas
e emergentes).
Ele
disse que atendeu pedidos da indústria
automotiva, de facilitar a concessão
de crédito para o setor, para
garantir a manutenção
do aumento do número de empregos.
Lula afirmou que o governo considera
também prioritários, os
setores de construção
civil e agricultura, que empregam mais.
Ele reiterou que não quer nenhuma
obra do Programa de Aceleração
do Crescimento (PAC) paralisada.
O
presidente disse que até o momento
a situação do Brasil é
diferente de outros países, onde
empresas, entre as quais, montadoras,
entraram em concordata.
"Tem
uma coisa que foge do controle de todos
nós, que é o pânico
psicológico. Se todos os dias
falarmos em crise e colocarmos um pouco
de terrorismo, o consumidor que estava
querendo comprar um carro, uma casa,
uma geladeira ou uma televisão,
não vai mais comprar. Aí
a crise começa a chegar na economia
real".
Lula
disse que vai continuar otimista. "Se
tiver algum político brasileiro
ou qualquer outro que quiser ficar na
cadeira chorando, saiba que eu vou sair
pelo mundo para enfrentar a crise."
Fonte:
Globo
14/11
- Receita libera consultas a lote residual
do IR 2004 nesta sexta
A
Secretaria da Receita Federal informou
que serão abertas nesta sexta
(14), a partir das 9h, as consultas
a um lote residual do Imposto de Renda
Pessoa Física 2004, ano-base
2003. As restituições
estarão disponíveis para
saques em 24 de novembro e terão
a correção de 63,8%.
Para
saber se teve a declaração
liberada, o contribuinte pode acessar
a página da Receita na internet
(www.receita.fazenda.gov.br) ou ligar
146.
Serão
liberadas 17,4 mil declarações
nesse lote. Desse total, 4,75 mil referem-se
a restituições, no valor
de R$ 15,3 milhões. Ao mesmo
tempo, outras 10,4 mil declarações
terão imposto a pagar, no valor
de R$ 12,3 milhões, e 2,26 mil
contribuintes não têm imposto
a pagar ou a restituir.
Fonte:
Globo
13/11
- Crise
chega às classes C e D
O crédito fácil e barato,
responsável pela expansão
do consumo nas classes C e D, está
arrefecendo, assim como o interesse
dos trabalhadores que ganham entre R$
600 e R$ 3 mil, pertencentes a essa
parcela da população,
em manter as compras. Pesquisa divulgada
pela agência McCann Erickson Publicidade,
realizada entre 25 e 30 de outubro em
metrópoles e cidades com mais
de 200 mil habitantes nas regiões
Sul, Sudeste e Nordeste, revela que
36% dos 618 entrevistados esperam, como
conseqüência da crise, reduzir
o consumo.
“As
classes mais baixas vão ser mais
afetadas pela restrição
ao crédito e haverá uma
contenção do consumo para
os bens não essenciais. Esse
será o principal reflexo da crise”,
afirma Milton Gimenes, diretor-geral
da Target Marketing, empresa especializada
em pesquisa de mercado. E as pessoas
estão realmente dispostas a realizar
cortes que, para a maioria, serão
iniciados no cartão, mas ainda
podem atingir o lazer da família
e a compra de celulares. Além
da redução dos gastos,
ainda 61% dos entrevistados consideram
postergar planos e projetos, como a
melhoria da casa e a compra do carro.
Assim
como a turbulência econômica
é peculiar por ter sido iniciada
nos países desenvolvidos e se
alastrado para o restante do mundo,
a pesquisa também revela um comportamento
curioso quanto à preocupação
sentida por habitantes de cidades do
interior dos estados e aqueles que vivem
nas capitais. O interior está
mais pessimista e preocupado, já
que, para 47% dos interioranos a vida
já está pior, enquanto
nas capitais, o percentual é
de 36%. “A força do agronegócio
no interior é muito grande e
a economia dessas cidades está
muito globalizada. Como houve uma queda
nos preços das commodities, o
problema já vem sendo sentido
há alguns meses já que
a maior parte da economia gira em torno
desse negócio”, explica
Aloísio Pinto, vice-presidente
de planejamento da McCann.
O
receio é grande: 76% dos pesquisados
estão preocupados com a situação
econômica do país. A diarista
Valdívia Pereira Costa já
demonstra certa cautela e adia o plano
de iniciar a construção
de sua casa. “Vou deixar a casa
parada, porque acho que a crise vai
atingir muito o preço do material
de construção”,
afirma. Na avaliação dela,
o que vai pesar é o aperto nas
compras, já que os produtos estarão
disponíveis, mas o dinheiro para
comprar estará mais difícil.
“O dinheiro está diminuindo.
As pessoas que ganham menos serão
as mais afetadas”, explica.
O
cenário de incertezas, porém,
ainda não foi sentido por boa
parte da população, já
que, para 58% dos entrevistados, a vida
nos últimos meses está
semelhante ao que era antes, enquanto
25% acreditam ter piorado. Mas nem por
isso impediu que o resultado quanto
aos efeitos do momento econômico
na família fosse avaliado por
88% das pessoas como inevitável.
“O que vai indicar que a crise
está na vida do cidadão
será no momento em que o desemprego
começar a se aproximar, seja
através de um amigo ou parente
ou quando o rendimento mensal não
for mais suficiente para as compras
habituais”, observa Aloísio.
A pesquisa revela que 32% das pessoas
receiam que o emprego seja comprometido.
Os
dados do levantamento também
revelam um perfil de consumidor das
classes C e D que está mais susceptível
a um comportamento reativo à
crise. Seriam as mulheres, gerentes
do orçamento doméstico,
que decidem as compras da família
e que têm a renda consumida com
contas fixas, como a escola dos filhos.
“As mulheres são mais preocupadas
e estão cada vez mais a frente
do orçamento familiar, o que
justifica o resultado”, avalia
Aloísio. Ainda segundo ele, a
pesquisa foi realizada justamente para
evidenciar a postura dos consumidores
das classes sociais emergentes. “A
tônica da crise será ditada
pelo comportamento das classes C e D,
já que o crescimento do Brasil
é ditado pelo consumo interno.
O aumento do alarmismo terá,
cada vez mais, efeito sobre essa parcela
da população.”
Fonte:
Estaminas
13/11
- Fiat dá férias coletivas
a 3.000 funcionários
Belo Horizonte, MG - A Fiat Automóveis
adotará entre os dias 17 e 26
deste mês novo período
de férias coletivas em Betim
(MG), que abrangerá desta vez