30/09
- Obras levam
caos à BR-040
Os
motoristas que precisam trafegar pela
BR-040, no sentido Belo Horizonte/Rio,
devem ficar atentos e ter muita paciência,
pois uma obra de recapeamento do asfalto
deixa o trânsito bastante lento
no trecho entre o Viaduto da Mutuca,
na saída da capital, e o trevo
de São Sebastião das Águas
Claras, distrito de Nova Lima, mais
conhecido como Macacos. Os condutores
que passaram ontem pelo local foram
surpreendidos com a obra e gastaram
mais de uma hora para percorrer apenas
cinco quilômetros. O Departamento
Nacional de Infra-Estrutura de Transportes
(Dnit), órgão responsável
pela administração das
rodovias federais, informou que os operários
e as máquinas ficarão
na pista por uma semana. Mas o transtorno
pode ser bem maior: o técnico
de segurança da empresa responsável
pelo serviço Ronaldo Tadeu Lopes
acredita que o trabalho poderá
durar até 15 dias.
O
novo caos na BR-040 tem hora marcada:
a obra ocorre, diariamente, das 7h às
16h30, quando duas das três pistas
ficam fechadas para o recapeamento.
Por volta das 14h de ontem, a retenção
chegou ao viaduto sobre o Anel Rodoviário,
no Bairro Olhos D’Água,
e exigiu uma intervenção
da Polícia Rodoviária
Federal (PRF), que interrompeu, por
alguns minutos, parte do serviço
da empreiteira. Uma das duas faixas
que haviam sido fechadas foi liberada
para o tráfego, o que desafogou
um pouco o congestionamento. A solução
paliativa, contudo, não diminuiu
a irritação dos condutores
e passageiros. Alguns precisaram chamar
o reboque, pois o calor e a baixa velocidade
obrigaram os motoristas a usar apenas
a primeira marcha, aquecendo o motor
dos veículos.
Alguns
carros ficaram no meio do caminho, como
o do representante comercial Valdemir
Pimenta, de 57 anos. Ele estava indo
para Leopoldina, na Zona da Mata, a
322 quilômetros de Belo Horizonte,
e teve que adiar a viagem para hoje.
“O congestionamento provocou o
excesso de aquecimento e o carro parou.
Agora, será rebocado para BH.
A viagem que programei só continuará
amanhã. Há mais de uma
hora aguardo o reboque”, lamenta
o condutor. Valdemir avalia que a obra
é importante para recuperar o
desgastado asfalto do trecho, mas defende
que os operários e as máquinas
trabalhem depois do pôr-do-sol.
“O fluxo de carros e caminhões
é muito menor à noite”,
justifica, enquanto aguardava o socorro
lendo um livro.
Os
carros com defeitos aumentaram o caos
no trecho. Alguns condutores, irritados,
decidiram voltar para a capital, mas
fizeram o retorno sobre o canteiro central,
pondo em risco a própria vida
e a de terceiros. Outros, também
imprudentes, trafegaram pelo acostamento.
A irresponsabilidade de um caminhoneiro
quase provocou um sério acidente:
“Alguns motoristas, principalmente
carreteiros, não obedecem à
sinalização. Um entrou
no meio da obra e quase atropelou quatro
pessoas. Há aqueles que passam
em alta velocidade”, alertou o
técnico em segurança.
Fonte:
Estaminas
30/09
- Momento é de aprender com a
crise, dizem analistas
Depois
da tormenta dessa segunda-feira, desde
o presidente americano George W. Bush
ao menor investidor da bolsa de valores
no Brasil acordaram nesta terça
de ressaca, sem saber o que fazer com
o seu dinheiro empatado em papéis.
Mas o tamanho da dor de cabeça
de cada um é diretamente proporcional
ao percentual do patrimônio investido
no mercado de capitais.
Se
o acionista manteve suas aplicações
em até 30% do total, dentro do
patamar recomendado pelos analistas
de mercado, tomou ontem prejuízo
inferior a 3%, com a queda na Bovespa
perto de 10%. “Dá para
agüentar uma perda de 3%. Mas se
ele apostou 100% do seu patrimônio,
jogando todas as fichas na certeza de
que o pacote norte-americano já
estava aprovado no Congresso, poderá
não suportar perder 10% em um
único dia”, compara o economista
Raymundo Magliano, diretor da Expo Money.
Para
o investidor médio, que não
estudou o mercado de ações,
entrou em desespero e sente que investiu
mais do que deveria, Magliano aconselha
nesse momento a se desfazer do que passar
de 30%. “Se ele não tem
o perfil agressivo e está um
ponto acima do que agüenta, é
melhor zerar e até perder o dinheiro.
Fazer uma pausa para respirar e depois
ver o que fazer”, afirma Magliano,
lembrando que a fórmula é
outra para o jovem com 50 anos pela
frente e perfil combativo. “Mas
não adianta vender um apartamento,
comprar 100% em ações
sonhando em comprar outro maior em seis
meses. Isso é loucura”,
adverte.
Em
eventos de educação financeira,
como a Expo Money, marcada para 22 e
23 de outubro, em Belo Horizonte, a
orientação é tirar
lições da crise financeira
e entrar de forma mais consciente no
mercado de capitais. “No ano passado,
muita gente ultrapassou os limites,
porque todo mundo estava ganhando, mesmo
sem estudar. Mas para continuar ganhando
é preciso entender um pouco de
análise de gráficos, de
fundamentos das empresas, visitar as
corretoras e fazer cursos rápidos”,
observa.
Segundo
ele, a dica básica é aproveitar
as épocas de baixa para ir comprando
os papéis devagar, duas a três
vezes por ano, investindo na educação
dos filhos dali a 15 anos e na aposentadoria
no futuro. “Se você está
abaixo de 30%, é uma boa hora
para comprar papéis em baixa.
Ontem, por exemplo, passou despercebida
a informação de que a
Petrobras descobriu outro poço
de petróleo”, completa.
Mesmo
com uma perda acumulada de 17% este
mês e de 28% no ano na bolsa brasileira,
analistas não recomendam que
investidores mexam nos recursos aplicados
em ações. “Para
quem já alocou recursos nesse
mercado, é preciso um pouco de
paciência e enxergar os fundamentos
das empresas e da economia brasileira.
Uma hora a bolsa vai melhorar”,
avalia Marcelo Mello, vice-presidente
da Sul América Investimentos.
“Não
há alternativa. Só resta
rezar e aguardar para não perder
ainda mais dinheiro. É hora de
deixar o emocional de lado”, alfineta
o investidor da corretora Gradual, Antônio
Augusto Ávila Rezende. No ano
passado, ele investiu R$ 250 mil em
ações da Vale do Rio Doce
a R$ 36,50 e, seis meses depois, vendeu-as
a R$ 53. Ganhou R$ 113 mil e, em seguida,
aplicou tudo na poupança e vai
esperar até as coisas acalmarem
para voltar a investir. “Para
quem estuda a bolsa diariamente e tem
um pouco de sorte, fica mais fácil”,
afirma.
Fonte:
Estaminas
29/09
- Temporais voltam a Minas na quarta-feira
Depois
da tempestade que atingiu a Região
Metropolitana de Belo Horizonte sexta-feira,
com queda de granizo, o céu voltou
a ficar claro no domingo. Mas as belas
paisagens do início da primavera
devem durar pouco. Satélites
do Centro de Climatologia MG Tempo/Cemig/PUC
Minas apontam a chegada de nova frente
fria no estado, a partir de quarta-feira,
e as pancadas de chuva devem voltar
a atingir a maior parte do estado. Em
Monte Verde e Maria da Fé, no
Sul de Minas, os termômetros podem
se aproximar de registros negativos.
As
tempestades que atingiram a capital
devem ter maior freqüência
e intensidade a partir da segunda quinzena
de novembro. Segundo o meteorologista,
Ruibran dos Reis, esta pode ser a pior
temporada de chuvas dos últimos
anos. “Este ano, os fenômenos
El Niño e La Niña não
estão atuando e, com isso, a
chegada das frentes frias se dá
com maior facilidade”, afirma.
O meteorologista explica que o El Niño
ocorre quando as temperaturas da água
do Oceano Pacífico, nas costas
do Peru e do Equador, ficam de dois
a cinco graus acima da média
histórica. Com o La Niña
ocorre o inverso, ou seja, os termômetros
marcam índices abaixo do normal.
Fonte:
Estaminas
29/09
- Justiça obriga
prefeito do Guarujá a demitir
cunhado
A Justiça obrigou a Prefeitura
do Guarujá, no litoral de São
Paulo, a afastar o secretário
de Educação e Esportes,
Mohamed Ali Abdul Rahim, por ser cunhado
do prefeito Farid Madi (PDT).
A
Secretaria de Assuntos Jurídicos
havia alegado que a lei que veta o nepotismo
exclui o cargo de secretário,
mas o recurso foi negado. A prefeitura
vai recorrer da decisão no Tribunal
de Justiça.
Fonte:
Estaminas
29/09
- Consumidores enfrentam problemas com
a tecnologia 3G
Banda
larga em qualquer lugar, a qualquer
hora. Atraídas pela mobilidade
e o acesso à conexão de
alta velocidade, muitas pessoas contratam
os serviços de internet móvel
e tecnologia de terceira geração,
a chamada 3G, em busca de acesso ilimitado,
rapidez de navegação e
expectativa de que em qualquer lugar
poderão navegar nas páginas
da web. Mas nem sempre os usuários
sabem as limitações apresentadas
por esses serviços e são
induzidos pelas propagandas das operadoras
a adquirir um produto sem que estejam
informados sobre as cláusulas
previstas no contrato.
As
tentações são muitas.
Recém-lançadas no mercado
mineiro, as tecnologias 3G e de internet
móvel já esquentam a corrida
entre as operadoras de telefonia celular
para a oferta do serviço com
maior cobertura, rapidez e eficiência
entre as concorrentes. Isso sem contar
os lançamentos de aparelhos de
última geração,
como o iPhone 3G, que está disponível
para os consumidores brasileiros desde
sexta-feira. O problema é que
a falta de informação
gera insatisfações, principalmente
quando o serviço começa
a funcionar aquém dos grandes
benefícios oferecidos.
Foi
o que ocorreu com Paulo Henrique Naves
Loureiro, analista de sistemas, que
contratou o serviço 3G da operadora
Claro em Brasília, no início
deste ano. Para ele, a mobilidade de
conexão foi o grande atrativo,
já que as constantes viagens
e o deslocamento contínuo impossibilitavam
o acesso freqüente à internet.
"Em Brasília, onde o serviço
já era 3G, nunca consegui uma
conexão de 1MG, velocidade que
contratei da empresa. Sempre ficava
em torno de 300Kbps (Kilobytes por segundo).
Em contato com a Claro, eles me informavam
que estão dentro das determinações
de garantia de 10% da conexão
nominal contratada", explica.
Leia
também: Dificuldade de conexão
é o grande problema
Segundo
a assessoria de imprensa da Agência
Nacional de Telecomunicações
(Anatel), a regulamentação
sobre o serviço de telefonia
móvel, que rege o 3G, não
prevê qualquer regra quanto à
velocidade de conexão mínima
garantida pelas operadoras. Ainda segundo
levantamento da Anatel, a falta de informação
foi alvo de reclamações
dos usuários, que, motivados
pelas propagandas, nem sempre claras
quanto às determinações
contratuais, acabam sendo surpreendidos.
É o caso da redução
da velocidade de conexão quando
o usuário ultrapassa um certo
número de dados transferidos,
independentemente do plano assinado.
Lentidão
As
operadoras esclarecem que a velocidade
pode sofrer variações
de acordo com uma série de fatores,
como área de freqüência,
clima, topografia e velocidade de deslocamento,
que geram interferências no sinal.
A Anatel ainda ressalta que o compartilhamento
da rede por vários usuários
também pode tornar a conexão
mais lenta.
Foi
o motivo que Paulo constatou que poderia
estar afetando a qualidade de sua conexão.
Ele foi informado pelo Departamento
Técnico que tinham sido concluídas
as ações de otimização
da rede e que os usuários de
banda larga perceberiam uma melhoria
significativa na tecnologia 3G. "A
empresa não estava preparada
para receber essa demanda e acabou colocando
mais pessoas na rede do que a quantidade
de sinal oferecida. Acredito que esse
seja o grande problema dessa nova tecnologia.
As empresas têm que estar preparadas
para suprir a grande procura que vai
ocorrer", diz.
Cristiana
Kumaira, diretora da Claro em Minas
Gerais, afirma que a operadora está
investindo na ampliação
da capacidade e da qualidade da rede
e que a empresa está preparada
para garantir o serviço a seus
consumidores. "Talvez o principal
desafio seja levar conhecimento ao usuário
em relação à utilização
do aparelho, do computador e dos serviços.
Muitos, por exemplo, não fazem
o passo-a-passo do software de instalação
do minimodem, não sabem se o
seu computador tem as configurações
adequadas e o sistema operacional compatível",
explica Cristiana.
Fonte:
Estaminas
26/09
- Vale aprova investimentos em refinaria
e mina no Pará
O
conselho de administração
da mineradora Vale aprovou nesta quarta-feira
(24) os investimentos para construção
de uma refinaria de alumina, a Companhia
de Alumina do Pará (CAP), que
terá capacidade inicial de produção
de 1,86 milhão de toneladas por
ano e custará cerca de US$ 2,2
bilhões.
Os
conselheiros da mineradora aprovaram
também a expansão da mina
de bauxita de Paragominas, também
no Pará, estimada em US$ 487
milhões. A Paragominas fornecerá
a bauxita consumida pela CAP. Com a
ampliação, a capacidade
da mina chegará a 14,85 milhões
de toneladas ao ano.
Ambos
os projetos devem ficar prontos no primeiro
semestre de 2011. A previsão
da mineradora é de que os dois
projetos gerem, no pico da construção,
9 mil empregos, e, quando concluídos,
sua operação será
responsável por 847 empregos
diretos e 690 empregos indiretos.
Detalhes da refinaria
A
refinaria de alumina será construída
no município paraense de Barcarena,
a 5 quilômetros da Alunorte, subsidiária
da própria mineradora. A CAP
terá como acionistas a Vale,
com 80% do capital, e a norueguesa Hydro
Aluminium, com os 20% restantes.
A
refinaria terá inicialmente duas
linhas produtoras, com capacidade, cada
uma, para 930 mil toneladas anuais.
A unidade terá potencial para
aumentar a capacidade no futuro para
até 7,4 milhões de toneladas
por ano. A expectativa é de que
as obras comecem no mês que vem
e a produção seja iniciada
no primeiro semestre de 2011.
Fonte:
Estaminas
25/09
- Fim do nepotismo
divide deputados estaduais do Maranhão
Entre os deputados estaduais, a decisão
do Supremo Tribunal Federal (STF) gera
controvérsias. Helena Barros
Heluy (PT) sempre defendeu o fim do
nepotismo e até apresentou duas
propostas de leis estaduais, mas não
passaram nem pela Comissão de
Constituição e Justiça.
Já Joaquim Haickel (PMDB) acredita
que o nepotismo deveria ser proibido
somente no Poder Judiciário,
pois os cargos são vitalícios.
O
deputado peemedebista afirma que irá
cumprir a lei, entretanto contesta.
De acordo com o parlamentar, ele é
contra o nepotismo funcional –
aquele desempenhado por parentes ou
não e que a função
não é desempenhada satisfatoriamente
– e do nepotismo no judiciário,
por entender que os cargos desse Poder
são vitalícios. “Sou
a favor de acabar com o nepotismo no
Judiciário porque os cargos comissionados
se estendem para o caráter efetivo”,
explicou o parlamentar.
Já
a deputada Helena Heluy acredita que
a decisão do STF está
dentro do princípio previsto
na Constituição Federal,
mas que, até o momento, percebe
somente o silêncio na Assembléia
Legislativa sobre o fim do nepotismo.
A parlamentar petista chegou a apresentar
dois projetos de lei (o primeiro em
2003 e, o segundo, em 2006), mas foram
rejeitados na Comissão de Constituição
e Justiça (CCJ). Helena Heluy,
nas duas ocasiões, ainda tentou
derrubar o parecer contrário
da CCJ no plenário, mas vou derrotada
pela maioria dos parlamentares.
Sobre
a situação de ter uma
filha exercendo um cargo comissionado,
a deputado afirma que não é
a contratante da filha e que essa interpretação
cabe à Assembléia Legislativa.
A parlamentar faz uma ressalva sobre
a diferença dessa situação
do emprego em cargo comissionado da
filha, já que data de 1991. “A
rigor, o nepotismo é o privilégio
promovido pelo contratante. Nesse caso,
a interpretação deve passar
por outro crivo, mas essa decisão
não passa pelo meu gabinete”,
afirmou a deputada.
25/09
- Filha de conselheiro do TCE volta
a ser exonerada
Durou apenas dois dias a nomeação
de Aline Riela Toledo – filha
do conselheiro do Tribunal de Contas
do Estado (TCE) Simão Pedro Toledo
– no cargo de técnico executivo
de gabinete com exercício na
liderança do Bloco Social-Democrata
da Assembléia Legislativa, composta
pelo PSDB, PTB, PHS, PMN, PR e PRTB.
O Minas Gerais desta quinta-feira traz
a exoneração de Aline,
que no dia 1º havia perdido emprego
de chefe-de-gabinete de conselheiro
no TCE em razão da súmula
do Supremo Tribunal Federal (STF) que
vedou o nepotismo no serviço
público em todo o país.
Depois
da veiculação pelo Estado
de Minas, em sua edição
de quarta-feira, da manobra que lhe
garantiu um emprego, sem concurso público,
com salário de R$ 7.866,10, Aline
teria pedido para deixar o cargo. A
edição de quarta-feira
do Minas Gerais ainda trouxe uma errata
sobre seu nome, acrescentando o sobrenome
Santos – adquirido do marido.
A nomeação relâmpago
foi assinada pela Mesa Diretora da Assembléia
e pode ter sido feita por indicação
de qualquer um dos 23 deputados que
compõem o bloco – responsabilidade
que ninguém soube apontar.
Procurado
pela reportagem, o conselheiro Simão
Pedro Toledo não quis comentar
o assunto. Em comunicado institucional,
a assessoria de imprensa do TCE informou
que o órgão já
cumpriu todas as determinações
da súmula do STF, exonerando
todos os servidores que se enquadraram.
“O tribunal está dentro
da lei”, disse a nota. O TCE foi
um dos primeiros a seguir a nova regra,
demitindo 14 parentes de conselheiros
e outras autoridades.
A
súmula diz que está vedada
a contratação sem concurso
público de parentes até
terceiro grau em todos os poderes da
União, estados e municípios
e o chamado “nepotismo cruzado”,
caso em que ocorrem nomeações
recíprocas. De acordo com a assessoria
de imprensa do STF, embora cada situação
deva ser analisada em suas especificidades,
como o TCE é um órgão
auxiliar do Legislativo – portanto
são vinculados –, a princípio
estaria configurada a irregularidade,
independentemente de o TCE empregar
algum parente de deputado.
Consulta
Entendimento
esse que não é tão
claro para o procurador-geral da Assembléia
Legislativa, Luiz Antônio Prazeres.
Segundo ele, uma consulta sobre o caso
será encaminhado até segunda-feira
ao procurador-geral de Justiça,
Jarbas Soares Júnior. “A
princípio entendemos que a vedação
(de contratar parentes) se estende apenas
ao mesmo órgão. Mas a
súmula é o resumo de uma
idéia. Você pode ter determinadas
situações que geram dúvidas”,
afirmou. Ainda de acordo com o procurador,
foi a própria Aline quem pediu
para ser exonerada do cargo.
Em
viagem à Espanha para fazer um
curso, o procurador Jarbas Soares Júnior
afirmou que ficou sabendo do caso pelo
Estado de Minas e que vai solicitar
à sua assessoria especial um
estudo sobre a aplicação
da súmula do Supremo. Responsável
por uma investigação envolvendo
a Assembléia, o procurador disse
que todos os casos encaminhados ao Ministério
Público serão analisados.
Caso haja alguma irregularidade, será
recomendada a exoneração.
No caso de má-fé, o infrator
estará sujeito a responderação
de improbidade administrativa.
Fonte:
Estaminas
25/09
- Minas registra
menor índice de criminalidade
violenta
Os números do 10º Boletim
de Informações Criminais,
divulgado nesta quarta-feira (24) pelo
Núcleo de Estudos em Segurança
Pública da Fundação
João Pinheiro (Nesp/FJP), são
os menores de Minas Gerais desde 2003,
se considerados os segundos trimestres
de cada ano. Em todo o estado, a criminalidade
violenta caiu 21,35% no segundo trimestre
de 2008 em comparação
com o mesmo período do ano passado.
No caso de homicídios a redução
foi de 17,63% e no número de
roubos e assalto a mão armada
houve queda de 21,18%.
O
estudo da FJP tem como base dados do
Sistema de Defesa Social do Estado de
Minas Gerais. Segundo o pesquisador
responsável pela análise,
Eduardo Batitucci, os números
do segundo trimestre deste ano confirmam
uma tendência de queda da criminalidade
que já estava sendo verificada
há cinco anos. “Agora,
o que podemos destacar nesta redução
sistemática é que temos
quedas significativas na incidência
dos crimes violentos”, ressaltou.
Fonte:
Estaminas
24/09
- Multa de trânsito chegará
a R$ 1.625
O
desrespeito às leis de trânsito
vai custar ainda mais caro aos infratores.
O valor das multas pode sofrer um aumento
de até 88% e a punição
para quem dirigir acima da velocidade
permitida na via também pode
ser mais rígida: além
de perder a carteira, o motorista deve
ser obrigado a pagar até R$ 1.625.
As novas regras fazem parte de uma proposta
de revisão do Código de
Trânsito Brasileiro, encaminhada,
esta semana, pelo Ministério
das Cidades à Casa Civil. Inicialmente,
são nove mudanças que
vão desde o reajuste do valor
das infrações à
proibição da circulação
de motos entre as filas de carros. O
projeto agora será avaliado pela
área jurídica da Presidência
da República, antes de ser encaminhado
ao Congresso Nacional na forma de projeto
de lei.
Segundo
o Departamento Nacional de Trânsito
(Denatran), as multas pesarão
entre 70% e 88% a mais no bolso dos
motoristas que não respeitarem
a legislação. As infrações
leves, como estacionar entre 50cm e
1m do meio-fio ou ligar farol alto em
vias com iluminação pública,
passam de R$ 53,20 para R$ 90. Já
as gravíssimas – por exemplo,
dirigir sem documento de habilitação
ou transitar sobre passeio ou passarela
– saltam de R$ 191,54 para R$
325. Os valores foram calculados com
base no Índice de Preços
ao Consumidor Amplo (IPCA), desde fevereiro
de 2002, época do último
reajuste. As novas regras também
prevêem o fim do parcelamento
das multas.
Confira
as propostas de alteração
no Código de Trânsito Brasileiro
Outro
foco da proposta é aumentar a
pena a quem abusa da velocidade. Hoje,
o código determina o tipo de
infração de acordo com
a porcentagem de excesso. Já
o novo projeto fixa os parâmetros
de quilometragem, ou seja, dirigir acima
de 30km/h da velocidade máxima
permitida naquele local será
considerado infração gravíssima
e o valor da multa será multiplicado
por três, chegando a R$ 975. Os
mais imprudentes, que trafegarem acima
de 50km/h da máxima autorizada,
terão a autuação
multiplicada por cinco (R$ 1.625) e
o motorista terá o documento
de habilitação apreendido.
A
nova legislação também
fecha o cerco ao desrespeito entre os
candidatos à carteira de habilitação.
A proposta é que seja ampliado,
de um para dois anos, o período
em que os condutores não podem
registrar nenhuma infração
considerada grave ou gravíssima.
A regra valeria para aqueles que têm
apenas permissão para dirigir
e tentam obter a habilitação
permanente. O texto também pretende
acabar com a transferência de
multas para laranjas. Para isso, será
criado um banco de dados dos motoristas
que têm carteira, mas não
têm carro. A partir do cruzamento
dessas informações, o
Denatran vai conseguir identificar as
pessoas que escapam da suspensão
da habilitação pelo excesso
de pontos.
Motos
E
os motociclistas também vão
ter de andar na linha. Se aprovado,
o novo código vai proibir as
motos de transitarem entre as filas
de carros. Trocando em miúdos,
os adeptos da famosa prática
de costurar no trânsito serão
autuados por cometer infração.
O projeto também determina que
só crianças com mais de
10 anos podem ser transportadas na garupa
das motos. Hoje, a legislação
impõe restrições
aos menores de 7 anos.
Outra
mudança para os veículos
de duas rodas é que eles deverão
ter uma segunda placa. Segundo o Denatran,
se a proposta for aprovada, o Conselho
Nacional de Trânsito (Contran)
terá que detalhar as especificações
do equipamento, como tamanho e local
a ser instalado. A medida visa facilitar
flagrantes de excesso de velocidade
em radares fotográficos e também
o registro de infrações
por agentes de trânsito.
Durante
entrevista para a apresentação
da proposta de revisão ao Código
de Trânsito Brasileiro, o ministro
das Cidades, Márcio Fortes, enfatizou
que o objetivo é inibir as infrações,
pois, segundo ele, qualquer falha na
legislação repercute num
acidente e numa vida perdida. Além
dos tópicos previstos no texto
encaminhado à Casa Civil, o ministro
afirmou que o controle de velocidade
em vias públicas e estradas do
país deixará de ser feito
apenas em pontos isolados, pelos conhecidos
pardais. A previsão é
de que sejam instaladas antenas para
medir a velocidade média dos
veículos ao longo da via.
Procurados
pelo Estado de Minas, os órgãos
oficiais, como o Denatran, o Conselho
Nacional de Trânsito (Contran),
o Departamento de Trânsito de
Minas Gerais (Detran-MG) e a BHTrans,
preferiram não comentar o assunto
antes da formalização
do projeto de lei.
Fonte:
Estaminas
24/09
- Lei põe fim
às letras miúdas nos contratos
Agora é lei. O tempo das letrinhas
miúdas, quase ilegíveis,
ficou para trás. Entrou em vigor
terça-feira norma que determina
o tamanho mínimo da fonte utilizada
nos contratos de prestação
de serviço e de compra e venda.
Os documentos devem ser escritos em
termos claros e com caracteres nunca
inferiores ao tamanho 12. Apesar de
o Código de Defesa do Consumidor
(CDC) já exigir que os contratos
sejam legíveis, a medida tipográfica
não era estipulada. “A
lei é um bom caminho, porque
atende o princípio da ostensividade.
Mas o mais importante é que seja
cumprido o artigo 46 do CDC, que estabelece
que o consumidor deve ter conhecimento
prévio das cláusulas contratuais,
inclusive dos riscos que corre”,
alerta Marcelo Barbosa, coordenador
do Procon Assembléia.
Reclamações
envolvendo contratos de adesão
que não são traduzidos
de forma clara ao consumidor ocupam
lugar de destaque nos Procons. Os líderes
de queixas são os documentos
ligados a bancos, financeiras, cartões
de crédito e telefonia móvel.
Muitos deles chegam a trazer caracteres
com tamanho inferior a 10, o que desestimula
e, em alguns casos, impossibilita a
leitura. “Muitos consumidores
não lêem e acabam assinando
um documento sem o devido conhecimento.
Nesse caso, tanto contratos com letras
pequenas quanto aqueles que não
foram esclarecidos ao consumidor podem
ser anulados”, aponta Barbosa.
No Procon Municipal, a gerente de Estudos
e Pesquisas, Maria Laura Santos, considera
que a nova lei é um avanço,
já que as letrinhas mínimas,
além da leitura, dificultam também
a interpretação sobre
o compromisso assumido.
O
último contrato que o analista
de sistemas Francis Castaings assinou
foi com uma empresa de telefonia celular.
Tanto ler quanto entender o documento
não foram tarefas simples para
o consumidor. As informações
eram muitas e estavam espremidas em
mais de uma página. Para ler
o documento, Francis recorreu ao auxílio
de uma lupa e, para entendê-lo,
contou com a ajuda de um advogado. “Normalmente,
o brasileiro já tem uma certa
preguiça. As letras pequenas
o desanimam ainda mais. Acho que a mesma
medida deveria valer para as bulas de
remédio”, comenta. O estudante
Jair Melo confessa que assinou, sem
ler na íntegra, o contrato com
a operadora de celular. “Em uma
parte, as letras eram grandes, na outra,
bem pequenininhas. Li a parte escrita
com letras grandes e assinei.”
Marcelo
Barbosa reforça que, no caso
de o consumidor ter em mãos um
documento escrito com fonte inferior
ao previsto pela lei, ou mesmo algo
que ele não teve alcance para
entender ou desconhecia seus riscos,
pode reivindicar a anulação
do compromisso, cabendo ao fornecedor
o ônus da prova.
“A
nova lei vai ajudar o consumidor brasileiro
que normalmente não lê
os contratos e só descobre o
que assinou depois que tem problemas”,
completa a comunicadora Maria José
D’Alessandro, que fez questão
de conhecer na íntegra o contrato
de um imóvel que comprou.
A
norma foi sancionada pelo presidente
da República em exercício,
José Alencar, e publicada na
edição de terça-feira
do Diário Oficial da União.
Fonte:
Estaminas
22/09
- Economistas prevêem mais
crescimento e menos inflação,
diz pesquisa do BC
Os economistas ouvidos pelo Banco Central
aumentaram novamente a expectativa para
o crescimento da economia neste ano
e reduziram a previsão de inflação
para 2008 e 2009.
De
acordo com a pesquisa semanal Focus,
realizada pelo próprio BC, a
expectativa para o crescimento do PIB
(Produto Interno Bruto, soma das riquezas
produzidas) subiu de 5,01% para 5,17%
em 2008. Para 2009, foi mantida a taxa
de 3,6%.
O
número está dentro da
previsão feita pelo governo,
de crescer entre 5% e 5,5% neste ano,
depois do avanço de 6% registrado
no primeiro semestre de 2008.
Em
relação à inflação,
a expectativa para o IPCA (Índice
de Preços ao Consumidor Amplo),
que serve como meta para o BC, caiu
pela 8¦ semana seguida, de 6,26%
para 6,23%. A meta de inflação
é de 4,5%, podendo chegar a 6,5%
no intervalo de tolerância (teto
da meta).
A
estimativa para a inflação
para os próximos 12 meses também
caiu, de 5,19% para 5,18%. Para 2009,
a taxa recuou de 4,99% para 4,97%.
A
queda da inflação em 2009
para o centro da meta de 4,5% é
um dos principais motivos que tem levado
o BC a aumentar os juros neste ano.
Juros.
Em
relação à taxa
básica de juros, foram mantidas
as previsões feitas na pesquisa
da semana passada para 2008. Os economistas
prevêem agora uma alta dos juros
para 14,25% na reunião do fim
de outubro e para 14,75% em dezembro
(o Copom se reúne a cada 45 dias
aproximadamente).
Os
juros só voltariam a cair no
segundo semestre de 2009, para terminar
o ano em 13,79% ao ano, acima da previsão
de 13,75% ao ano feita na semana passada.
No
começo do mês, o Copom
(Comitê de Política Monetária
do BC) aumentou os juros de 13% para
13,75% ao ano.
IGPs
Em
relação a outros índices
de inflação, não
houve uma tendência definida.
A
expectativa do mercado para o IGP-DI
(Índice Geral de Preços
- Disponibilidade Interna) caiu de 10%
para 9,77%%; o IGP-M (Índice
Geral de Preços - Mercado) teve
a previsão aumentada de 10,20%
para 10,23%. Para o IPC (Índice
de Preços ao Consumidor) da Fipe
(Fundação Instituto de
Pesquisas Econômica), passou de
6,41% para 6,43%.
Para
2009, a previsão para o IGP-DI
subiu de 5,20 % para 5,26%. A do IGP-M
caiu de 5,40% para 5,35%. Para o IPC-Fipe,
ficou em 4,70%.
Outros
indicadores
Ainda
segundo a pesquisa Focus, houve alta
nas previsões para o dólar
de R$ 1,65 para R$ 1,70 no final deste
ano e de R$ 1,75 para R$ 1,77 em dezembro
de 2009.
A
estimativa para o saldo da balança
comercial em 2008 subiu de US$ 23,60
bilhões para US$ 23,73 bilhões.
Para 2009, ficou em US$ 13 bilhões.
A
expectativa para o déficit em
conta corrente neste ano caiu de US$
28 bilhões para US$ 27,85 bilhões.
Para 2009, subiu de US$ 34 bilhões
para US$ 34,4 bilhões.
Subiram
as expectativas de investimentos estrangeiros
diretos de US$ 34,6 bilhões para
US$ 35 bilhões em 2008. Para
2009, ficou em US$ 30,37 bilhões.
A
previsão para a relação
dívida/PIB neste ano passou de
40,55% para 40,51%. Para 2009, foi de
39,10% para 39,20%.
Fonte:
Estaminas
19/09
- Prazo para exonerar
parentes termina sábado
A dois dias do prazo para que os órgãos
e entidades comprovem as demissões
de parentes de autoridades que trabalhavam
no serviço público, Executivo
estadual e Prefeitura de Belo Horizonte
indicam que não vão cumprir
a recomendação do Ministério
Público de Minas Gerais. Segundo
o MP, eles teriam até sábado
para entregar as cópias das exonerações
em razão da súmula do
Supremo Tribunal Federal que proibiu
o nepotismo, limite que será
tolerado até segunda-feira por
se tratar de um fim-de-semana. No entanto,
a Prefeitura informa que continuará
as exonerações na próxima
semana e o Estado estendeu parte do
cadastro dos comissionados. No Legislativo,
praticamente todos os parentes já
deixaram os quadros dos gabinetes.
Com
a publicação da súmula
do STF, a contratação
de parentes em até terceiro grau
para cargos sem concurso público
– o que inclui cônjuge,
companheiro, pai, filho, tio, sobrinho,
cunhado, avô, neto, sogra, sogro,
genro, nora, bisavô e bisneto
– está proibida desde primeiro
de setembro. Na ocasião, o Ministério
Público Estadual enviou recomendação
a todos os órgãos estaduais
e municipais determinando a demissão
imediata dos casos que se enquadrassem
nesta situação, concedendo
20 dias para a comprovação
aos promotores por meio de cópias
dos atos. Desde então, pelo menos
139 parentes comissionados já
foram exonerados
O
governo de Minas criou um cadastro em
um site para os comissionados e ocupantes
de funções gratificadas
preencherem informando se têm
algum parentesco com autoridades do
estado. Para os integrantes da administração
direta e indireta o prazo para preencher
formulários disponíveis
em www.cadastrodepessoal.mg.gov.br termina
nesta sexta-feira. Para os funcionários
das 16 empresas públicas, que
farão seus próprios levantamentos,
o limite foi estendido até segunda-feira.
O Executivo informa que vai analisar
os dados e adotar as providências
para cumprir a súmula.
Na
Prefeitura, até quinta-feira
foram publicadas 39 exonerações,
mas não foi informado se todas
eram referentes a casos de nepotismo.
O procurador-geral do Município,
Marco Antônio Resende, se reúne
nesta sexta-feira com o coordenador
do Centro de Apoio Operacional às
Promotorias de Defesa de Defesa do Patrimônio
Público, Geraldo Ferreira, para
tratar das dúvidas para o cumprimento
da súmula. “Vamos discutir
o alcance de determinadas exceções
colocadas pelo Conselho Nacional de
Justiça”, afirmou. Segundo
ele, as exonerações dos
demais casos constatados em levantamento
feito com o funcionalismo continuam
ocorrendo até a próxima
semana. Em todos os levantamentos, a
responsabilidade por eventuais omissões
é dos funcionários, que
podem responder até por crime
de falsidade ideológiva.
Legislativo
A
Assembléia Legislativa de Minas
Gerais também termina nesta sexta-feira
um cadastro dos atuais funcionários
e se posiciona sobre o levantamento
e as medidas adotadas para cumprir a
súmula. Por determinação
da Mesa Diretora, os comissionados preencheram
formulários informando se têm
algum parentesco com autoridades ou
deputados. Antes disso, no entanto,
as exonerações já
estavam ocorrendo por iniciativa dos
parlamentares. Até quinta-feira,
foram confirmadas as demissões
de pelo menos 68 parentes de deputados
ou políticos.
O
deputado estadual Antônio Genaro
(PSC) demitiu quinta-feira seis parentes
que trabalhavam em seu gabinete com
salários que variavam de R$ 1.117,33
a R$ 3.972,89. O maior salário
era da mulher Rosemary, que atuava como
supervisora de gabinete. Também
integravam seus quadros a irmã
Maria Aparecida, o cunhado Geraldo,
a sobrinha Juliana e os filhos Leandro
e Rafael. Somados, eram necessários
R$ 45.651,24 para arcar com os vencimentos
dos contratados.
O
deputado Sargento Rodrigues (PDT) exonerou
o irmão Ivanildo Bosco Rodrigues,
que trabalhava como técnico executivo
em seu gabinete. Ele recebia salário
de R$ 7.491,51. O parlamentar cumpriu
o determinado pela súmula do
Supremo mas fez questão de defender
o irmão. “Cabide de emprego
é quando a pessoa não
trabalha. O meu irmão é
uma pessoa séria e trabalhava
muito”, lamentou Sargento Rodrigues.
De
acordo com recomendação
do MP de 26 de agosto, as exonerações
dos parentes enquadrados na súmula
deveria ser imediata. Aqueles que não
cumprirem a decisão do Supremo
estarão sujeitos a ações
por crime de improbidade administrativa,
que valerão para o responsável
pela indicação, para a
autoridade que nomeou e para o funcionário.
O MP informou que pedirá ainda
o ressarcimento pelos dias trabalhados